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as ladies da indian a felicidade pela \"mototerapia\" Kalinka, uma das organizadoras do grupo \"Ladies of Indian\" “Arriscado é viver sem ser feliz!”, diz com um grande sorriso a analista de sistemas Katilene N

Data: 02/05/2018


as ladies da indian

a felicidade pela "mototerapia"

 


Kalinka, uma das organizadoras do grupo "Ladies of Indian"

“Arriscado é viver sem ser feliz!”, diz com um grande sorriso a analista de sistemas Katilene Nunes. O sonho de andar de moto é antigo, mas ela sempre teve muito medo. Depois de encarar e vencer um aneurisma, o marido decidiu que era hora de realizar o sonho e deu a primeira moto de presente. “Foi aí que aprendi a pilotar. Depois do susto. Quando abriu a concessionária da Indian em Florianópolis, compramos uma para cada um. Além da qualidade, é muito bacana fazer parte de um grupo!”, conta.  


Katia com sua Indian Scout 1942

 

O grupo Indian de Florianópolis não é o único que Katilene participa. Em 2017, ela se juntou a outras mulheres, que assim como ela, decidiram vencer os medos e se entregar ao sonho em duas rodas. O grupo “Ladies of Indian” reúne mulheres de todo o Brasil que andam com as motos da marca. E nem precisa ser modelo novo! A Katia anda com uma Indian Scout da década de 1940. E garante: tem que ter técnica diferenciada para encarar uma lenda como essa!!


Ana Clay e a nova companheira: uma Chieftain Dark Horse

“O grupo nasceu do desejo de reunir essas mulheres incríveis que amam o motociclismo e a marca Indian. Pesquisei junto aos concessionários quem eram as proprietárias das motos e encontrei a Kalinka Magnoli, do Rio, que me ajudou a juntar todo mundo!”, conta Ana Clay da Silva Oliveira, dona de uma novíssima Chieftain Dark Horse. “Sempre amei sentir o vento no rosto, sair sem destino, cultivar novos amigos na estrada... fazer mototerapia!!!”, brinca Ana, que tem três filhos e o mais novo, de 19 anos, acabou de ganhar sua primeira moto para acompanhar os pais nos passeios.

A Kalinka começou a andar de moto aos 14 anos, durante umas férias em Camboriú – SC. “Fui passear com uns amigos que faziam trilha. Pedi para dar uma volta e perguntei como trocava de marcha. Saí andando e não parei mais.” Hoje, ela tem uma Indian Scout, que usa para passeios e viagens com o marido. “Queria uma moto bonita, leve e potente”, conta.


A Scout da advogada Roberta Zanatta

A Scout também conquistou a Roberta Zanatta. “Sou baixinha! A Scout me vestiu como uma luva”, diz a advogada que tem 1,54m de altura.

Já a Alice Camargo, se rendeu a uma grandona. Mas foi exatamente a facilidade de condução e a leveza que a fizeram trocar uma custom bem mais pesada pela Indian Chieftain. “Me apaixonei pela Indian quando a vi em Sturgis e Daytona. Depois, fiz um teste no Rio e me impressionei ainda mais pelo conforto e leveza”.


Alice e sua "grandona" Chieftain

O grupo segue crescendo, assim como a marca Indian no Brasil. E além de promover a amizade e os passeios pelo país, as nossas Ladies se apoiam e incentivam outras mulheres a entrar para o time de duas rodas. “Eu não fazia nada porque tinha medo. Quase morri por algo que nasceu comigo. Quando você quiser fazer algo, desde que seja com prudência, não é arriscado!”, encerra Katilene. 

 

Sobre a Indian Motorcycle

Os modelos da Indian Motorcycle chegam ao mercado já como objeto de desejo de diversos colecionadores e amantes das duas rodas. Isso se explica com a relevante história da marca, fundada em 1901, nos Estados Unidos. Em poucos anos, a companhia criou o primeiro motor americano V-Twin a 42 graus para motocicletas.

Com isso, as motos produzidas pela empresa foram responsáveis por diversos recordes de velocidade e distância dos Estados Unidos, tornando-se líder de mercado, com recorde de vendas com 32.000 produtos comercializados em 1913.

O sucesso nas competições engloba até mesmo uma vitória no Tourist Troophy da Ilha de Man em 1912, fazendo da Indian a única marca de motocicletas americana a vencer esta difícil e famosa prova.

Além disso, a Indian Motorcycle foi a responsável por desenvolver soluções inovadoras que vieram a se tornar bastante comuns para o mercado de duas rodas, como a suspensão dianteira ajustável, a partida elétrica, a iluminação elétrica, a suspensão traseira tipo “Swinging-arm”, o acelerador rotativo no punho e a transmissão com duas velocidades.

Em 2011 a Polaris Industries adquiriu todos os direitos sobre a Indian Motorcycle, preservando a herança e a importância histórica para o setor de duas rodas, mas focando no futuro, com produtos modernos e com tecnologia de ponta. Esse retorno torna possível que os amantes de motocicletas possam finalmente realizar o sonho de ter um modelo da marca.

Com faturamento de US$ 5,4 bilhões em 2017 a Polaris está presente, além do Brasil, em mais de 130 países.

 

 

 

 

 

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